Alimento do mar
A praia
deserta...
A brisa
suave...
Ondas mansas
meus pés vêm molhar...
Pegadas na
areia queria eternizar.
O céu tão
azul
No mar
infindo vai se juntar...
É tanto
azul...
Não se sabe
onde um começa e o outro vai acabar.
Um barquinho lá longe
Nas ondas a
se balançar.
O pescador
joga a rede.
Seu alimento
foi diligentemente buscar.
À noitinha
volta ele pra aconchego do seu lar...
Que coisa
mais gostosa sentir o peixinho que está fome a lhe matar.
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